vontade de matar!
quem?
eu!
sim eu sei, mas quem?
eu!
quem mata, mata algo!
então!
então o que?
eu quero matar essa vontade,
matar o que me mata
eu quero praticar um homicido...
quem vc vai matar, afinal?
Eu!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Certeza incerta
ele não sabe que
paso o dia esperando falar
um simples oi!
ele não sabe
passo o dia contando os minutos
e cada minuto em atraso
é um simples choro!
ele não sabe que
quando passo o dia e não falo
é um simples abandono!
ele não sabe
quando o desapego chega
é um simples esquecimento da sua existencia!
paso o dia esperando falar
um simples oi!
ele não sabe
passo o dia contando os minutos
e cada minuto em atraso
é um simples choro!
ele não sabe que
quando passo o dia e não falo
é um simples abandono!
ele não sabe
quando o desapego chega
é um simples esquecimento da sua existencia!
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Apenas
Sem palavras,
Muda!
Com os olhos,
Chora!
A dor que não finda...
Aguda...
Persistente....
Continua em busca
Para não encontrar
O que mais reconforta
E me envolva com paciencia
Até que a ultima gota caia
.... apenas um abraço....
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Testando a liberdade de expressão
Em três, dois, um!
14 foi o primeira guerra.
29 foi o ano da depressão,
39 começou a segunda...
e as pessoas morrendo,
revolucionando!
É bolchevista!
É imperialista!
Mas uma coisa é certa:
A grande maioria continua, comendo, transando e cagando!
14 foi o primeira guerra.
29 foi o ano da depressão,
39 começou a segunda...
e as pessoas morrendo,
revolucionando!
É bolchevista!
É imperialista!
Mas uma coisa é certa:
A grande maioria continua, comendo, transando e cagando!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Por que sou
Sou efêmera,
Da alegria feito bolha de sabão,
Uma gota de chuva no oceano,
Feita de pó
Procuro a voz que cante
os mais doces prazeres,
com as delicadezas singelas da vida
simples...
Uma rede,
Nó de coisas,
Emaranhado,
Reta!
Sem saber por onde
Nem qual esquina
para encontrar...
Da alegria feito bolha de sabão,
Uma gota de chuva no oceano,
Feita de pó
Procuro a voz que cante
os mais doces prazeres,
com as delicadezas singelas da vida
simples...
Uma rede,
Nó de coisas,
Emaranhado,
Reta!
Sem saber por onde
Nem qual esquina
para encontrar...
domingo, 21 de abril de 2013
Receita do Cotidiano
Receita do Cotidiano,
Espete o coração
Arranque a carne com os dentes
Não ligue para o sangue escorrendo pela boca
Torça dois metros de intestino
Esprema o conteúdo para fora
Trance-os e, no final, amarre-os decididamente
Lubrifique os neurônios com a língua
Lamba os lóbulos, depois massageie com os dedos
Cuidado para não deixar o conteúdo cair para fora
Fure, cuidadosamente, a traqueia
Entre seis a oito furos
Coloque dois copos d'água através deles
Verifique o borbulhar dela no pulmão fervilhante
Roa antebraços, braços e pulsos
Não tema os dentes deslizarem pelos ossos
Verifique a consistência dessas peças
As pernas, ofereça aos chacais
Uma vez preparado o prato
Deixe-o sobre o asfalto de duas a quatro horas
Dê preferência para o período entre onze e quinze horas
Assim está o prato pronto, pelo cotidiano
Espete o coração
Arranque a carne com os dentes
Não ligue para o sangue escorrendo pela boca
Torça dois metros de intestino
Esprema o conteúdo para fora
Trance-os e, no final, amarre-os decididamente
Lubrifique os neurônios com a língua
Lamba os lóbulos, depois massageie com os dedos
Cuidado para não deixar o conteúdo cair para fora
Fure, cuidadosamente, a traqueia
Entre seis a oito furos
Coloque dois copos d'água através deles
Verifique o borbulhar dela no pulmão fervilhante
Roa antebraços, braços e pulsos
Não tema os dentes deslizarem pelos ossos
Verifique a consistência dessas peças
As pernas, ofereça aos chacais
Uma vez preparado o prato
Deixe-o sobre o asfalto de duas a quatro horas
Dê preferência para o período entre onze e quinze horas
Assim está o prato pronto, pelo cotidiano
domingo, 14 de abril de 2013
Renovadora
Renovadora,
De seres capazes de retirar vidas, secar fontes e escurecer aquarelas.
Você foi um daqueles que renovou minha água
Soprou o ar da vida nos meus pulmões
Iluminou meu coração
Revirou o sótão interior e no garimpo encontrou coisas puras
Aquilo que achas-te em mim não me pertence
Pertence aquela que encontrou na terra, a gema
Que cativou o solo seco
E permitiu as flores brotarem
Ninfa que despertou a direção da marcha e coloriu a paisagem
Por isso o que te ofereço é somente o que é seu.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Por que tantas duvidas?
Ele perguntou a ela:
-Por que tens duvidas?
Ela apenas lhe disse:
É que meu ser é incerto!
Que quer dormir
Mas não de qualquer jeito...
Quer de um modo
Que possa fazer
cafuné
Cheirar seu cangote
Aninhar em seus braços
Ouvir seu coração bater
E sentir sua respiração
Deitar,
Mas não de qualquer jeito...
De forma, que exista encaixe.
Com carinho,
Com amor,
E por ultimo
Um sono suave e doce,
Doce como amar você!
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