Queria lhe olhar nos olhos e dizer adeus.
Fazer com a dignidade de poucos,
com o pesar de muitos.
Fazê-lo com o amor do peito,
com a saudade de muitos.
Enigmático como Stoker,
sentir a dor de Byron.
E sensual como Azevedo,
correr pelas suas curvas.
Com o raiar da nova era,
esboço um sorriso de Assis.
Então volátil como Morais,
materializo-me em outra.
E da névoa de Stoker,
me ofereço a ela.
Queria lhe olhar nos olhos e dizer tchau.
Mas sou volátil que nem Vinicius,
Da tempestade à brisa suave.
Queria ser sincero e dizer, até mais.
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