E vamos continuar, temos
Afinal não podemos parar
Pois o pandeiro e o violão da vida continuam a tinir
Mesmo sem harmonia
Temos que sambar,
no chão de corações estilhaçados
Frevar,
entre o caos da Rio Branco
Rebolar,
em cima da corda bamba dos prazeres
Deslizar,
entre cemitérios de antigas memórias
Desfilar,
entre as famintas hienas
Voar,
nos ventos do futuro
Para que um dia possamos aterrissar num novo coração amado
e dançar no ritmado som dessa dupla harmonia.
Afinal não podemos parar
Pois o pandeiro e o violão da vida continuam a tinir
Mesmo sem harmonia
Temos que sambar,
no chão de corações estilhaçados
Frevar,
entre o caos da Rio Branco
Rebolar,
em cima da corda bamba dos prazeres
Deslizar,
entre cemitérios de antigas memórias
Desfilar,
entre as famintas hienas
Voar,
nos ventos do futuro
Para que um dia possamos aterrissar num novo coração amado
e dançar no ritmado som dessa dupla harmonia.
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