Mas que espiríto livre!
Mas que fluidês!
Sorrizos, olhares, a dança,
o choro, o eu te amo.
Espiríto de artista,
sem dúvida.
Desses transparentes,
capazes de demonstrar
desde o mais intenso
furor humano;
até a mais bela flor,
cheirosa, do amor.
Olhando, assim, para esse
céu sem estrelas.
Pergunto se um dia
poderei tirar,
da cartola do meu ser,
tais sentimentos tão puros, humanos?
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