domingo, 25 de dezembro de 2011

Luz, tempo e ação!

O que seria da vela sem sua luz?




Que ilumina candidamente a noite

A sombra escura que projetei tentando me esconder
Há luz que assuste mais que o desconhecido terror da verdade diante da farsa?
Acabou no mesmo instante

O tempo ventou
Carregando as males
E fiquei só, no  meio do teatro vivo
Então a hora da verdade surge

O foco está ai
Não podes errar
Se não o publico vaia
Então devo atuar!

Não seria mentir para agradar?
Entre o pânico da duvida surge

A perola!

Sim está feita de agridas mais puras

Verdade

E em lagrimas terminou.  

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