O que seria da vela sem sua luz?
Que ilumina candidamente a noite
A sombra escura que projetei tentando me esconder
Há luz que assuste
mais que o desconhecido terror da verdade diante da farsa?
Acabou no
mesmo instante
O tempo
ventou
Carregando
as males
E fiquei só,
no meio do teatro vivo
Então a hora
da verdade surge
O foco está
ai
Não podes
errar
Se não o
publico vaia
Então devo
atuar!
Não seria
mentir para agradar?
Entre o pânico
da duvida surge
A perola!
Sim está feita de agridas mais puras
Verdade
E em lagrimas terminou.

Nenhum comentário:
Postar um comentário