sábado, 16 de julho de 2011

Esperança ou cegueira?

Depois que escrevi esse poema fiquei com a duvida será apenas uma esperança pueril ou cegueira de não ver que a humanidade as vezes e sórdida?
Então penso que somos bons por natureza segundo Russou e acabamos maus em contato com civilização. Em parte é verdade por que mesmo com todas as coisas macabras e pervidas que ocorrem no plante se contarmos vamos notar que existem mais bons que maus.
Pensando assim fico feliz há mais bons que maus!!


Os cegos

Os cegos não enxergam o orvalho que nasce das lagrimas
Dos que não podem regar o jardim amado o fazem mais furtivamente
Não sentem o gosto do algodão doce colando no céu
Tão surdos para notas musicas que perfumam a brisa do mar

Vão brincando com seus sentidos misturando tudo,
E vão passando por você, Todos os dias
Dias todos
Todos os dias

E mesmo assim, te recusas a ver
O amor que reside no planeta humano.

Um comentário:

  1. Soneto a destruir castelos

    Encontrei um bilhetinho com sua letra
    Pedia desculpas pelos excessos, pelos senões
    Com as palavras tremulas, como quem soletra
    Tais linhas doeram em minha tal qual safanões

    Ainda insinuava: você é o grande amor da minha vida
    Lentamente, absorvi tais versos, tentando os elidir
    Ingênuo, fiz os meus castelos, pra logo depois os destruir
    Neguei a mim mesmo, fechei minhas feridas

    Esse amor iluminado, cicatrizou meu coração
    Cada palavra escrita no seu bilhetinho azul
    Luziu, anunciou, o fim da minha eterna noite então

    Afugentei, mandei todos os medos pra longe, pro sul
    Risonho, abrindo os braços e dizendo: “sê bem-vinda!”
    Ama-me, arrebata essa vida há tanto na berlinda.

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