Depois que escrevi esse poema fiquei com a duvida será apenas uma esperança pueril ou cegueira de não ver que a humanidade as vezes e sórdida?
Então penso que somos bons por natureza segundo Russou e acabamos maus em contato com civilização. Em parte é verdade por que mesmo com todas as coisas macabras e pervidas que ocorrem no plante se contarmos vamos notar que existem mais bons que maus.
Pensando assim fico feliz há mais bons que maus!!
Os cegos não enxergam o orvalho que nasce das lagrimas
Dos que não podem regar o jardim amado o fazem mais furtivamente
Não sentem o gosto do algodão doce colando no céu
Tão surdos para notas musicas que perfumam a brisa do mar
Vão brincando com seus sentidos misturando tudo,
E vão passando por você, Todos os dias
Dias todos
Todos os dias
E mesmo assim, te recusas a ver
O amor que reside no planeta humano.
Soneto a destruir castelos
ResponderExcluirEncontrei um bilhetinho com sua letra
Pedia desculpas pelos excessos, pelos senões
Com as palavras tremulas, como quem soletra
Tais linhas doeram em minha tal qual safanões
Ainda insinuava: você é o grande amor da minha vida
Lentamente, absorvi tais versos, tentando os elidir
Ingênuo, fiz os meus castelos, pra logo depois os destruir
Neguei a mim mesmo, fechei minhas feridas
Esse amor iluminado, cicatrizou meu coração
Cada palavra escrita no seu bilhetinho azul
Luziu, anunciou, o fim da minha eterna noite então
Afugentei, mandei todos os medos pra longe, pro sul
Risonho, abrindo os braços e dizendo: “sê bem-vinda!”
Ama-me, arrebata essa vida há tanto na berlinda.